
Era uma vez uma família com quatro elementos: o pai António, a mãe Helena, o filho José e a outra filha, Ivone.
Ivone tinha os cabelos castanhos, escuros e rebeldes, olhos pretos e brilhantes e um temperamento um pouco explosivo! Ela e a família estavam de mudanças. Helena disse a Ivone que iriam para um novo e melhor lar, mas Ivone não "desgostava" da sua casa, foi lá que passou a maior parte da sua vida. A sua casa era velha, mal pintada e com salitre visível nas paredes brancas, a luz do sol jorrava prodigamente pelos estores emperrados do corredor amplo e vazio, sempre com aquele cheiro a bolo de iogurte, porque a mãe adorava cozinhar, principalmente bolo de iogurte. A mãe era daquelas pessoas muito doces como o açúcar que adorava ler livros da carochinha aos filhos e cozinhar bolos e doces. Ivone estava indiferente, decidiu ir ler um livro.
Quando a hora da partida chegou a família despediu-se da casa e partiu. Às cinco horas chegaram ao destino. Uma brisa leve e salgada vagueava e dava cheiro à rua. Na esquerda encontrava-se um café e na direita uma tabacaria e mesmo à frente uma extensa praia que alargava horizontes. Ivone pensou logo nas mil e umas aventuras que lá travaria, nos mil e um amigos que conheceria e mil e uma alegrias que teria!
-Ivone - Gritou a mãe pondo travão aos sonhos. -Vem arrumar as tuas coisas!
-Estou a ir! – Reagiu.
Arrumou as roupas rapidamente, segurou a toalha, vestiu o fato-de-banho, pôs o protector solar, fez umas sandes e num segundo estava na praia, a sua praia!
No momento que estava a mergulhar, apareceu uma rapariga com um aspecto pálido e misterioso, podia perguntar-lhe o nome mas quase poderia jurar que não falava a mesma língua.
- Nisha - Disse ela e depois apontou para mim.
Fiquei deveras assustada, pensei que lia os pensamentos! Aquilo de certeza era o seu nome e estava a perguntar o meu.Com um gesto seco lá me saíram as palavras:
-Ivone – finalmente dei à luz um sorriso acolhedor e ela retribuiu.
Ela pegou num pau, riu-se e escreveu Nisha na areia, fez um sinal de igual a uma lua com estrelas, acho que era noite! Nisha era noite! Nisha significava noite! Com um jeito repentino tirei o pau e escrevi Ivone e desenhei um sinal de igual e à frente pontos de interrogação. Ambas nos rimos…
Ivone tinha os cabelos castanhos, escuros e rebeldes, olhos pretos e brilhantes e um temperamento um pouco explosivo! Ela e a família estavam de mudanças. Helena disse a Ivone que iriam para um novo e melhor lar, mas Ivone não "desgostava" da sua casa, foi lá que passou a maior parte da sua vida. A sua casa era velha, mal pintada e com salitre visível nas paredes brancas, a luz do sol jorrava prodigamente pelos estores emperrados do corredor amplo e vazio, sempre com aquele cheiro a bolo de iogurte, porque a mãe adorava cozinhar, principalmente bolo de iogurte. A mãe era daquelas pessoas muito doces como o açúcar que adorava ler livros da carochinha aos filhos e cozinhar bolos e doces. Ivone estava indiferente, decidiu ir ler um livro.
Quando a hora da partida chegou a família despediu-se da casa e partiu. Às cinco horas chegaram ao destino. Uma brisa leve e salgada vagueava e dava cheiro à rua. Na esquerda encontrava-se um café e na direita uma tabacaria e mesmo à frente uma extensa praia que alargava horizontes. Ivone pensou logo nas mil e umas aventuras que lá travaria, nos mil e um amigos que conheceria e mil e uma alegrias que teria!
-Ivone - Gritou a mãe pondo travão aos sonhos. -Vem arrumar as tuas coisas!
-Estou a ir! – Reagiu.
Arrumou as roupas rapidamente, segurou a toalha, vestiu o fato-de-banho, pôs o protector solar, fez umas sandes e num segundo estava na praia, a sua praia!
No momento que estava a mergulhar, apareceu uma rapariga com um aspecto pálido e misterioso, podia perguntar-lhe o nome mas quase poderia jurar que não falava a mesma língua.
- Nisha - Disse ela e depois apontou para mim.
Fiquei deveras assustada, pensei que lia os pensamentos! Aquilo de certeza era o seu nome e estava a perguntar o meu.Com um gesto seco lá me saíram as palavras:
-Ivone – finalmente dei à luz um sorriso acolhedor e ela retribuiu.
Ela pegou num pau, riu-se e escreveu Nisha na areia, fez um sinal de igual a uma lua com estrelas, acho que era noite! Nisha era noite! Nisha significava noite! Com um jeito repentino tirei o pau e escrevi Ivone e desenhei um sinal de igual e à frente pontos de interrogação. Ambas nos rimos…
Gabriela Costa
As tuas histórias aparecem em todo o lado!
ResponderEliminarParabéns, que continues assim... =)