28 de janeiro de 2010

O cão e o lobo

Até que enfim! Uma contribuição para o nosso blog do 5º C!!!!!
Aqui está o reconto de uma fábula atribuida a Esopo.
O cão e o lobo

Era uma vez um lobo, faminto e magro. Não era como os lobos das outras histórias, era bem pior, não lhe aparecia nada para comer e ele permanecia irritado à espera de um cabrito perdido do seu rebanho, para que lhe pudesse deitar a unha.
Enquanto se afogava em pensamentos e maneiras para matar a fome, apareceu um cão alegre e despreocupado, muito bem tratado, com um pêlo luzidio, brincando com uma bola de borracha. O cão nem teve vontade de rosnar, com ar de poucos amigos, como era seu costume, ficou tão espantado com o ar do lobo que se apressou a dizer:
- Então compadre, como vai isso! O que aconteceu?
- Isso pergunto eu, há dias que não como e é o que se vê.
- Para isso há uma solução, afeiçoe-se a alguém e deixe de ser feroz, siga o meu exemplo e verá que tudo lhe aparecerá sem trabalho.
Por momentos não lhe pareceu má ideia, até se aperceber que ele tinha uma coisa azul-escura no pescoço e perguntou:
- Senhor Cão, diga-me lá o que é essa marca que tem no seu pescoço que parece que o agonia?
- Nada de importante…- divagou o cão.
O lobo insistiu até que o cão lhe contou a verdade.
- Isto é apenas a coleira, que o meu dono usa para me prender, para que eu não morda a ninguém!
- Nem pense nisso! Desisto já do seu conselho, não quero perder a liberdade! Quero ser dono de mim próprio – respondeu o Lobo agoniado com a ideia.
Então o cão ficou a pensar se o lobo não teria razão...

Texto elaborado por:
- Gabriela Costa nº. 11 – 5º C
- Gonçalo Sousa nº. 13 – 5º C
- Rafael Marques nº. 24 – 5º C

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